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domingo, 7 de abril de 2019

Entrada vinte e um: U

U de Universo 

Alguma ocasião você já parou e pensou em como somos minúsculos em comparação com o universo? Eu sim, e a realização deste fato pode causar medo, mas também pode despertar uma sensação de mistério sobre o que está lá fora. É interessante pensar como a tecnologia tem mudado nossa percepção sobre nosso [pequeníssimo] papel no vasto universo —o qual poderia ser infinito. Hoje vou escrever sobre o universo precisamente por que foi graças a tecnologia que repensei minha existência —e a existência dos seres humanos em geral— no universo.



Faz uns seis anos, assistindo um documentário no Discovery Channel — o qual encontrei por casualidade na televisão — sobre o tamanho do universo e sobre o descobrimento duma nova estrela (ou sol) muitíssimo mais grande do que nosso sol, foi que realmente entendi quão pequenos e insignificantes podemos ser em comparação. É interessante pensar sobre isso pois faz uns séculos atrás as pessoas acreditavam que a Terra era o centro do universo. Mas com o passar do tempo outra teoria surgiu sobre como o Sol era o ‘verdadeiro’ centro do universo. Muitos mais anos depois, durante o início do século 20, as novas tecnologias, a descoberta de outras galáxias e o desenvolvimento da teoria do Big Bang levaram ao desenvolvimento de novos modelos cosmológicos que mostram como o universo é homogêneo, carece dum ponto central e que está se expandindo em todos os pontos. Foi com a tecnologia e a ciência que deixamos de ser o centro do universo e nos tornamos numa diminuta parte dele.



Acredito que é comum às vezes comparar o tamanho de nossa cidade com outras ou o tamanho de nosso estado, de nosso país, de nosso planeta com outros, mais o que acontece quando continuamos expandindo essas comparações com tudo o que temos descoberto sobre o universo? O resultado pode ser surpreendente. Por exemplo, quando comparamos a Terra com Júpiter nossa reação é provavelmente: “Júpiter é enorme! A Terra é bem pequena!”, mas coloquemos Júpiter ao lado do Sol e a mesma reação acontece (só mudam os nomes). Não há dúvida de que nosso Sol é o corpo celeste mais grande de nosso sistema solar, mas se comparamos nosso sol com o sol VY Canis Majoris...fico sem palavras. Como fato e contraste final, nosso sistema solar é parte da Via Láctea e ainda pensamos que nosso sistema solar é bem grande. No entanto, na Via Láctea existem aproximadamente entre 100 e 400 bilhões de galáxias! A Via Láctea é uma das milhares de galáxias no universo e por isso não posso evitar de pensar que é impossível que não exista vida em outro planeta.


Poderíamos concluir com os fatos previamente mencionados que realmente somos uma diminuta parte do imenso universo. Isso, como mencionei no começo do texto, pode ser aterrorizador pois não sabemos tudo o que está lá fora e porque os seres humanos têm a tendência de querer ser “o centro do universo”. Há muitíssimas perguntas para as quais ainda não temos resposta e para as quais provavelmente nunca tenhamos ou encontremos resposta pois a complexidade e os mistérios do universo são muitos.

Uma coisa mais, ainda não lembro o nome do documentário que assisti faz seis anos, o seguinte vídeo é realmente interessante e lhe recomendo que o assista pois fala sobre o tamanho do universo:

domingo, 31 de março de 2019

Entrada vinte: T

T de Travessura

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As travessuras são parte da vida de qualquer pessoa. Ainda poderíamos pensar que as travessuras só acontecem durante a infância, a verdade é que os adultos gostam de fazer isso inclusive mais do que as crianças. Se prestarmos atenção ou pensarmos um pouco, podemos ver como sempre existe alguém em nossa família e até em nosso trabalho que gosta de fazer travessuras, é por isso que é difícil não ter sido vítima de alguma travessura. Mas, porque gostamos de fazer travessuras? E, o que devemos de pensar antes de fazer alguma? Na entrada de hoje, eu vou escrever um pouco sobre isto e sobre algumas de minhas experiências com as travessuras.

Como escrevi previamente, é muito raro não ter sido vítima de alguma travessura pelo menos uma vez em nossa vida. Em meu caso, por exemplo, meu pai e meus irmãos às vezes gostam de fazer travessuras com minha mãe e/ou comigo. Uma das coisas que meu pai faz é tocar a buzina do carro quando qualquer um de nós caminha pela frente do carro. O ‘problema’ é que ele não faz isso todo o tempo, então não sabemos quando ele vai tocar a buzina e por isso nos assusta quando ele faz essa ‘travessura’. Minha mãe não gosta das travessuras do meu pai ou de meus irmãos...de ninguém para ser honesta, e fica chateada cada vez que aquilo acontece. Mas é curioso que ela não goste de isso já que vários de seus irmãos (meus tios) são muito travessos e têm muito senso de humor. Eu sempre rio muito quando, por exemplo, no Natal está quase toda a família de minha mãe num mesmo lugar e as travessuras são inevitáveis. Pelo contrário, meu pai é como seus irmãos e quase todas suas irmãs: são travessas. Ele tem feito outras coisas e não só isso de tocar a buzina do carro, mas a verdade é que não lembro duma neste momento. Meus dois irmãos gostam de fazer diferentes coisas também. Me lembro de como uma vez, o mais novo se encontrava dormindo no sofá e meu outro irmão —silencioso com um lince— lhe desenhou um bigode e óculos no rosto e quando ele acordou tempos depois, não entendia porque eu estava rindo tanto quando foi para o meu quarto.

No entanto, as travessuras não sempre são tão ‘inocentes’, às vezes podem ser coisas cruéis e é aí quando se tornam em “maldades”, especialmente se são feitas duma pessoa adulta para outra. Quando um adulto faz uma travessura a uma criança (seu/a filho/a por exemplo) normalmente não é muito cruel, mas quando a travessura está planejada para uma pessoa adulta o “nível” da travessura é maior e pode ser muito mais cruel ou dolorida em comparação. Faz um tempo, assisti um vídeo no YouTube sobre como um homem entre 20 e 30 anos colocou um fogo de artifício num recipiente de metal para despertar seu irmão (ou amigo, não estou certa). O homem acordou assustadíssimo e gritando pelo escândalo! Mas existem outros vídeos na internet que mostram travessuras ainda mais cruéis. Abaixo, por exemplo, há um vídeo com diferentes tipos de bromas:
 


Como seres humanos, acho que sempre tentamos criar um ambiente onde podemos rir, estar alegres, ou passar um bom tempo pois isso faz que as coisas não sejam tão tediosas ou monótonas. “Rir é a melhor medicina” é o um ditado muito conhecido e a verdade é que rir definitivamente ajuda a melhorar nosso estado mental, especialmente quando estamos tristes, entediados ou estressados. Mas é preciso perguntar-nos: como é que a pessoa(s) a quem vou fazer a travessura vai se sentir depois? É importante pensar sobre isto porque é possível que a travessura seja mais uma maldade e que a pessoa fique bem molesta com você depois. Finalmente, porque tenho assistido ‘travessuras’ que terminam com pessoas no hospital, é necessário pensar nas consequências do que querermos fazer, pois o riso se pode transformar em preocupação ou culpa. Não faça travessuras sem pensar nas coisas que podem sair mal.

E você, tem alguma experiência com as travessuras ou maldades?

Entrada dezenove: S

S de Semestre



O semestre é a temporada do ano mais difícil de todo estudante, especialmente dos estudantes universitários. Que estudante não tem sofrido de privação do sono, estresse, ficado chateado, com certo grau de depressão, ou sentindo como se sua energia estivesse sendo drenada, e só esperando a chegada das desejadas féiras? Certamente eu e alguns outros companheiros sim, especialmente durante as últimas semanas do semestre. Por isso, hoje eu vou escrever um pouco sobre o semestre: a duração, as coisas que usualmente acontecem com os estudantes (e as aulas) entre o começo e o final do semestre, e o que fazer para que o semestre não nos afete tanto.

Primeiramente, ainda por definição o “semestre” é (ou deveria) ser um período de seis meses corridos, o qual significaria que o aluno teria que ir para a universidade todo o ano, a verdade é que esse não é o caso. Muitas das universidades, pelo menos nos Estados Unidos, consideram o “semestre” como um período de entre 16 ou 17 semanas (aproximadamente quatro meses). Então dos doze meses do ano, só oito são dedicados para o estudo. Claro que isso é tecnicamente falando pois há estudantes que tomam aulas durante o verão ou durante as féiras de fim de ano. Mas essas 16 ou 17 semanas por semestre são mais que suficientes para quase causar ao estudante um surto mental.

Ao começo de cada semestre é normal ir para as novas aulas, as quais estão quase cheias ou pelo menos tem um número maior do que o número ao final do semestre, e sentir-se com energia e nervoso porque não sabe como seu [provavelmente] novo professor(a) vai ser. Você está determinado a trabalhar duro, a não deixar tudo para o último momento, a estudar mais, etc., mas um ou dois meses depois você já se esqueceu da metade de aquelas promessas. Agora só o que quer é entregar a tempo todas as coisas que tem que fazer para suas diferentes aulas cada semana e manter uma nota decente. E dormir? Dormir mais de 6 horas é um milagre. 

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Situações como a que mencionei anteriormente são comuns, mas obviamente existem outras situações e/ou experiências que como estudantes vivemos e que são mais evidentes durante as últimas semanas do semestre. Me lembro duma vez, numa aula de psicologia durante as semanas finais do semestre, um estudante estava tão cansado que dormiu durante a aula e ninguém tentou acordá-lo; no fundo, todos queríamos ser aquele estudante. Mas quase todos tínhamos algum tipo de bebida energética para não cair nas mãos de Morfeu. O estresse é outro sintoma que aparece durante a temporada da avaliação de meio término (midterm) e no final do semestre. Com os testes, ensaios, apresentações, projetos, e outras coisas mais (dependendo de sua especialização), o estresse não demora em aparecer. No entanto, existem maneiras de ‘lutar’ contra isso. Por exemplo, as técnicas de relaxamento — como o exercício físico, a yôga, a música, e mais —podem ajudar para que o semestre não nos afete tanto. Mas se você quer saber mais sobre as técnicas de relaxamento, então recomendo ler a entrada “R” no blog para ler mais sobre os benefícios do relaxamento.

Para terminar, todos os semestres são difíceis e essa dificuldade só aumenta com os anos, mas o melhor que podemos fazer é tentar encontrar um equilíbrio em nossas vidas; um equilíbrio entre os trabalhos escolares e outros aspectos de nossa vida. Não uma rotina per se, mas uma maneira de poder fazer o que precisamos de fazer de maneira um pouco mais organizada cada semana. Também relaxar-se (mas não procrastinar! Leia a entrada da letra P aqui) pelo menos uma vez por semana. E se nos estamos sentindo sobrecarregados, parar por um momento e fazer outra coisa, algo que gostemos de fazer para poder relaxar-nos e depois voltar e tentar novamente. Sua saúde é importante.

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domingo, 24 de março de 2019

Entrada dezoito: R

R de relaxamento

Quando foi a última vez que você teve um momento de verdadeiro relaxamento? Se você é estudante, trabalha, ou tem família própria então é provável que isso tenha sido faz muito tempo. Todos nós sabemos da importância de ter um momento de relaxamento tanto mental como físico pelo menos uma vez por semana (e melhor ainda: por dia). No entanto, dependendo de nosso estilo de vida ou de nossa rotina diária, é possível que nem pensemos em dedicar um tempo para cuidar de nosso corpo e mente. Por isso, nesta entrada eu vou escrever sobre o que é o relaxamento, a importância de ter momentos de relaxamento pelo menos uma cada semana e sobre os efeitos que pode ter em nossa saúde se deixarmos que o estresse se torne parte da nossa vida diária.

Primeiramente, relaxar-se não é o mesmo que procrastinar! Na entrada para a letra “P” escrevi sobre a procrastinação; sobre alguns dos motivos pelos quais provavelmente procrastinamos e o que poderíamos fazer para não fazer aquilo tão seguido. Mas eu sei que às vezes, quando ficamos estressados, é possível que acreditemos que deixar o que temos que fazer para outro dia é uma maneira de relaxar-se. No entanto, se fizermos isso (deixar o que temos que fazer para outro dia ou para o último dia), então nosso estresse só será pior quando, no último momento, estivermos com pressa tentando concluir nosso trabalho. A verdade é que o relaxamento é realmente uma técnica cujo objetivo é ajudar desfazer tensões mentais, físicas e emocionais que adquirimos através do dia-a-dia. Existem diferentes técnicas de relaxamento que as pessoas usam para desfazer suas tensões, como por exemplo a yôga, a meditação, o exercício físico, ouvir música, a prática de atividades criativas e ao ar livre, etc.


As técnicas mencionadas previamente são [só algumas das] atividades que você pode e deveria considerar fazer para se relaxar porque apesar de que não percebemos realmente quanto o estresse está afetando nossa saúde, as tensões adquiridas no dia-a-dia têm consequências mentais e físicas. Por exemplo, algumas das consequências de não praticar atividades de relaxamento e viver com estresse, ansiedade e tensão são: alterações metabólicas, diminuição da imunidade, dores musculares, sensação de insegurança, irritabilidade, prejudica a memória e nossa capacidade para dormir, dificulta nossa concentração e desempenho acadêmico ou de trabalho, e muito mais. Para evitar sofrer de esses problemas de saúde e mentais, decida qual atividade é melhor ou mais conveniente dependendo de sua rotina diária e o faça.


Lembre-se que a vida é como um livro onde você é o autor e cada dia é uma nova página. Viva no presente e não se preocupe pelo futuro todo o tempo; esse pode ser o primeiro passo para uma vida com menos estresse, ansiedade e tensão.

Entrada extra: Reflexão sobre o blog

Reflexão sobre o blog Sinto que, apesar do trabalho, desfrutei muito da aula de português este semestre. O processo de ler o livr...